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quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Au revoir, 2013!



Ano novo e hora de passar 2013 em revista... Coisa que, aliás, já devia ter feito, mas andei muito ocupada a (tentar) preparar um réveillon de arromba.

E o que me trouxe 2013? Ora bem... 
Foi em 2013 que ganhei mais um grau académico. Com momentos bons e outros de completo desespero, lá consegui acabar o mestrado. Depois de muito trabalho e de muitas horas roubadas ao sono, a 17 de Dezembro consegui alcançar (mais) uma meta.
Foi em 2013 que fiz questão de por fora da minha vida quem não interessava e quem não me respeitava e, em troca, o universo "deu-me" uma nova amiga, daquelas que, desconfio, são para a vida.
Foi em 2013 que aprendi a ser mais calma, menos ciumenta e mais tolerante. Pelo menos assim espero, embora saiba que ainda há trabalho a fazer neste departamento.
Foi em 2013 que percebi que não me posso acomodar. Está na altura de mudar de vida e de crescer. Profissionalmente falando.
Foi em 2013 que decidi que em 2014 me ia dedicar a três grandes projectos que andam na gaveta dos sonhos há demasiado tempo.
Foi em 2013 que me afastei de tudo o que era acessório na minha vida e me foquei naquilo e, sobretudo, naqueles que são realmente importantes.
Foi em 2013 que tive saudades dos meus amigos, como nunca tinha tido até então. Mas é bom saber que, de cada vez que estamos juntos, é como se o tempo recuasse e eles nunca tivessem ido embora da minha beira.
Foi em 2013 foi o ano em que tive o Verão da minha vida, com tudo a que se tem direito: praia, passeios, amor, amigos, dançar toda a noite, etc.
Foi em 2013 que no final do Verão, quando pensava as férias não poderiam ser melhores, o meu namorado apanhou um avião e me fez a maior surpresa de todas.
Foi em 2013 que fiquei noiva.

As expectativas para 2014 estão altíssimas. Segue-se o post (também atrasado) das resoluções para este ano.

sábado, 15 de dezembro de 2012

Das saudades e da nostalgia



Adoro o Natal, isso já não é novidade para ninguém. Também adoro recordar (e tentar, de certo modo, "recriar") as tradições de Natal da minha infância. E se há coisa que eu gostava de recriar e hoje em dia recordo com muiiitas saudades era o período das férias de Natal. Eram aqueles 15 dias, nesta época mágica, em casa (na minha e na dos avós), sem fazer rigorosamente nada e sem uma preocupação no mundo. Tenho saudades das manhãs a ver desenhos animados, das tardes a ler livros ou a fazer os trabalhos dos livros das Férias Constância (era tão nerdzinha!). E tenho saudades da ânsia à espera da meia-noite para abrir os presentes - e da batota de apalapar embrulhos e abanar para perceber o que lá estava dentro! -, de desembrulhar os presentes e deixar todas as minhas prendas encostadas à lareira para, na manhã do dia 25, ir analisar cada presente minuciosamente. E por falar na manhã de 25... o quanto apreciava o pequeno-almoço nesse dia, com os pais e o irmão ainda de pijama, todos em volta da mesa dos doces de natal (acompanhados de um leite achocolatado quentinho).

Criançada deste país que entra hoje de férias escolares: aproveitem bem estes dias mágicos e maravilhosos pois eles não vão durar para sempre. E quando acabarem vão deixar saudades. Muitas saudades.