S. Pedro por favor colabora e faz com que amanhã esteja um tempo estupendo, aí pelas 8h da manhã. Amigos, sosseguem, i'm coming! ;)
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
S.O.S
A precisar com urgência de fazer as malas e de me pirar por uns tempos. De hoje a oito, se tudo correr bem, estarei rodeada de amigos para três dias de descanso. Está na hora de darmos um tempo, querido stress!
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
Oh, vida!
Alguma vez tiveram a vossa vida em stand-by à espera que vos respondam a um email? Ora é assim que me encontro neste momento. Tenho uma carta para ir levar aos correios até ao fim do dia (ou seja, daqui a duas horas) e que depende da resposta a um email que NUNCA MAIS CHEGA, porra! Oh, vida a minha que detesto ter que depender dos outros.
Não tarda começo a agoniar. Para já ainda só me apetece partir coisas. OH. VIDA.
sábado, 2 de fevereiro de 2013
Depois da tempestade
Bom fim-de-semana cheio de coisas boas! :)
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Off/On
Ando desaparecida, mas não esquecida. Muitas ideias para colocar em prática, muito trabalho, um projecto de tese para entregar dentro de uma semana e... pouco tempo. Aliás, quase nenhum tempo.
Os meus dias deviam ter, no mínimo, 30 horas. Ou então devia poder multiplicar-me. É segunda-feira e eu não posso com um gato pelo rabo. Tenho um ar de zombie e umas olheiras que metem medo ao susto.
Estou a precisar de hibernar. Isso ou de uma transfusão de café. Rápido, rapidinho.
terça-feira, 15 de janeiro de 2013
Da nossa insignificância
É em dias como o de hoje que percebo que tantas e tantas vezes me preocupo e perco "tempo mental" com coisas ridículas e insignificantes. Pior, que às vezes me zango ou tenho "amuos" com as pessoas de quem gosto e que só me querem bem.
Hoje, no dia em soube que tenho um sobrinho "emprestado" de quatro meses, que ainda não conheci pessoalmente, num hospital a milhares de quilómetros de distância, a lutar para se aguentar até receber um transplante de coração, percebi que há coisas que são realmente insignificantes na nossa vida e que lhes damos, muitas vezes (demasiadas!) mais importância do que a que merecem.
Hoje, no dia em que por uma fracção de segundo desejei (e parte de mim continua a desejar?) que morresse um bebé para poder salvar outro, percebi que não há muito mais que possamos fazer na vida para além de... viver. Com amor, sem zangas e sem pressas, não vá a vida pregar-nos uma rasteira quando menos esperamos.
Tenho problemas mal resolvidos com a religião, mas tenho fé. Não sei se será fé em Deus, no destino ou na sorte, seja o que for, tenho fé que tudo irá correr pelo melhor.
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Que isto hoje está a custar muito
Inspira. Expira. Inspira. Expira. Inspira. Expira. Inspira. Expira. Inspira. Expira. Inspira. Expira. Fazer uma pausa e repetir as vezes necessárias para manter a sanidade mental.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
Past has a way of bitting me in the ass. All the time.
Que toda a gente tenha um passado - incluindo eu própria! - não me choca nada. Aliás, o nosso passado é o que nos ajuda a tornar no que somos no presente e, no que me diz respeito, não o esqueço. Pelo contrário, faço questão de aprender com ele e tentar - embora às vezes seja difícil - não cometer os mesmos erros over and over. Até aqui tudo bem.
O que não precisava era de ter constantemente o passado a morder-me os calos. Pronto, não precisava. O que está feito, está feito e as devidas ilações (e lições!) foram tiradas. Qual é a necessidade de vires sempre bater no ceguinho, hein Sr. Passado? Não compreendo.
Para que se perceba o grave da situação: eu, ele, a ex dele, a actual namorada do meu ex all together now no mesmo espaço, de segunda a sexta-feira. Eu cá acho que esta receita tem todos os ingredientes para dar merda. Oh. Meu. Deus.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
terça-feira, 8 de janeiro de 2013
Tenho queda para...
Tenho queda para as quedas e para me partir toda. Ontem foi dia de me espalhar ao comprido nas escadas, à saída do trabalho. Carregada de sacos como ando sempre - carteira, pasta do computador, saco com as marmitas, mochila do treino - falhou-me um degrau e para evitar ir a rebolar escadas abaixo atirei com tudo para o meio do chão para me agarrar ao corrimão, mas não sem antes bater com os joelhos nas escadas e sabe-se lá mais onde.
Conclusão: um joelho completamente esfolado e negro, que levou com uma dose absurda de gelo e planta de Aloé Vera e nem assim dá sinais de melhoria.
Copo meio-cheio: podia ter ido de boca ao chão e ser bi-dente por esta altura. Isso não aconteceu portanto acho que lá no fundo, até me posso considerar alguém com sorte.
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